domingo, 13 de abril de 2014

23º Capitulo - « Queres festa tu! »

- O teu futuro, o meu futuro. Tu eras capaz de abdicar da tua vida em Portugal para ficares comigo?
- Queres a verdade? – perguntei.
- Quero.
- Era, claro que era. Não é a primeira nem vai ser a última vez que esse assunto vai ser o nosso tema de conversa. Sabes que tu és muito importante para mim mas és mesmo. Isto não é uma paixão de miúdos, já passou disso há muito tempo sabes? Por isso sim, eu era capaz de deixar toda a minha vida para trás para estar contigo e fazer uma vida ao teu lado.
- Mas eu não quero.- disse deixando-me completamente à nora.
- Não queres…como assim não queres? – perguntei tentando o perceber o que queria dizer com aquilo.
- Não quero que mudes a minha vida por mim.
- Porquê? Não me queres ao teu lado, é isso? – perguntei a medo.
- Não, não é isso, apenas…apenas não quero que desistas da tua vida por mim, quero que a sigas mesmo que isso implique distância por anos, não interessa sei que o nosso amor é forte para superar essa distância toda. Não quero que um dia te arrependas por teres desistido de tudo por mim, especialmente por mim, eu que não mereço tudo o que fazes ou queres fazer por mim.
- Não digas asneiras Stephan, mereces bem mais do que eu te posso dar. E eu nunca me vou arrepender se decidir ficar ao teu lado.
- Não…não pode ser.
- Não pode ser? Como assim não pode ser?
- Promete-me uma coisa Rita, por favor.
- O quê?
- Independentemente do que acontecer no futuro promete-me que não vais desistir do teu futuro para ficares junto a mim.
- Não te posso prometer isso…
- Porque não?
- Porque não posso! – disse sem me preocupar muito com o tom de voz  - Não quero nem posso, não sei o futuro e pode acontecer tanta coisa , boa ou má e eu quero estar ao teu lado e se for preciso desistir de tudo…eu desisto porque tu és talvez das únicas pessoas que me faz sentir viva e és o único que me consegue deixar completa, se te perder a ti…acho que perco tudo. – finalizei baixo.
- Não te mereço.
- Pois não mereces não! Raparigas como eu não se encontram aí em qualquer esquina. – disse tentando aliviar um bocadinho o ambiente.
- A tua mãe disse isso de mim, não foi de ti!
- A minha mãe não sabe o que diz, ela também diz que eu tu és bonito e como podes comprovar com o reflexo do espelho isso não é verdade!
- Fica sabendo que sou um dos jogadores mais apreciados por cá.
- A taxa de pessoas com problemas de visão tem subido nos últimos anos.
- É normal nós não conseguirmos ter uma conversa séria sem acabar assim, em brincadeira?
- É, tu sabes que é.
- Sei.
- Sabes para onde vou na viagem de finalistas? – disse mudando o tema da conversa.
- Itália?
- Era, então não?
- Diz lá.
- Calpe, assim o paraíso.
- Há rapazes?
- Não, achas? A viagem de finalistas é só de raparigas! – ironizei.
- Podia ser, era bem mais seguro.
- Oh sim, claro.
- E quando é que vais?
- Vou domingo à noite por isso é que sexta-feira me tenho que ir embora, tenho que passar o meu sábado a dormir para descansar de Itália e preparar-me para Espanha. Ando a levar os meus pais à falência, eles vão deserdar-me.
- Não vão nada. Vais-te portar bem?
- Claro que não, vou divertir-me.
- Rita…
- Não te vou trocar, não te preocupes.
- Tenho medo.
- Olha tu passas os dias todos aqui e há fãs malucas por todo lado e como vês eu não tenho medo.
- Porque tens um cão. Vocês não dizem que quem tem medo compra um cão?
- Tu mesmo que quisesses não podias não é? Já que Stephan El Shaarawy tem medo de cães!
- Goza…
- Eu amo-te sim? Mesmo com ou sem medo de cães.
- É um trauma de criança sim?
- Andaste a correr com carne na mão e eles vieram todos atrás de ti?
- Não, a minha mão tinha um cão e ele pensava que voava e atirou-se da janela.
- Ste – disse poisando a minha mão sobre a sua - O cão está no céu a olhar por ti e tenho a certeza que o desejo dele no fim de morrer era ver-te feliz. – disse com uma enorme vontade de me rir.
- Tu ainda gozas!
- Tem piada, desculpa mas tem piada.
- Não sabes o que dizes! – atirou mandando-me com uma almofada à cara.
- Tu é que não sabes o que dizes! Isso é a convivência com o avariado do Balotelli.
- Rita!
- Pronto desculpa, gosto muito de ti italiano do meu coração – disse sentando-me ao colo e tentando rodear a sua cintura com as minhas pernas.
- Queres festa tu!
- Olha que lata!
- Até parece que é mentira!
- Nem vou comentar isso. Tenho sono – disse apoiando a minha cabeça no seu ombro.
- Tens? – perguntou. – Tu não dormes de noite?
- Não, eu passo as noites todas a olhar para ti, ainda não reparaste?
- Estás sempre a gozar comigo não é?
- Pensei que já tinhas reparado. – disse-lhe.


- Olhem lá! – atirou o Manu, olhamos rapidamente para ele para tentar perceber o que é que se tinha passado – o que é que está a fazer um soutien no sofá?
- Mas agora os meus soutiens andam nas mãos de toda a gente?
- Oh! – disse o Stephan tirando o soutien das mãos do Manu – não tens nada que mexer nos soutiens da Rita! Agora vou ter que por isto na máquina de lavar!
- Mano, sejamos sinceros, tu não sabes pôr uma máquina a lavar!
- Cala-te! – disse-lhe o Stephan.
- Ste é verdade, quando descobrires que a roupa preta só se põe com a preta e a roupa branca só se põe com a branca eu deixo-te lavar a minha roupa, até lá não o faças.
- Ainda não me responderam à pergunta. E…porque é que isso tem silicone? – perguntou o Manu olhando para o soutien.
- Vê-se mesmo que são irmãos! – atirei – isso serve para…não vale a pena explicar, vocês são homens e não percebem nada disto.
- Eu percebo! – disse o Stephan – eu explico-te – disse virando-se para o irmão – tipo isto não tem alças e tem que segurar de alguma forma.
- Mas para isto estar aqui vocês…
- Oh oh bem que podes já parar por aí, não inventes. – avisei sentando-me ao colo do Stephan que estava no sofá em frente ao irmão.
- Vocês são frescos são. Vou-me mudar para cá!
- Vais…então não? – gozou o Stephan.
- Por mim estás à vontade, só que quando estiver cá eu, como é o caso, tens que dar à sola. Até me dá um certo jeito, controlas aqui o Stephan para não fazer porcaria.
- Até parece Rita.
- Não sei o que fazes na minha ausência.
- Na tua ausência é um chato, está sempre a falar de ti até enjoa.
- Não enjoa nada – disse passando a minha mão pelo rosto do Stephan – é bonito isso.
- É bonito isso – disse imitando-me – vocês enjoam uma pessoa.
- Tens bom remédio, abres a porta e sais. – disse-lhe o Stephan.
- Nunca pensei ser tão desprezado pelo meu próprio irmão. A culpa é tua Rita!
- Cala-te! – disse atirando-lhe com uma das almofadas que estavam junto ao sofá – trata-me bem, sabes bem que sou a única, repito, a única que te pode dar um sobrinho.
- Não…os irmãos da minha futura mulher também podem.
- Isso é se tiveres futura mulher o que duvido. - disse o Stephan.
- Não trates assim o teu irmão – disse virando-me para o Stephan – agora os homossexuais são mais aceites pela sociedade! É uma vantagem Manu! – disse levando o Stephan a rir.
- Sem dúvida que vocês andam com umas piadas loucas. – comentou ofendido.
- Oh Ste sabes o que é que o Manu me mostrou há uns dias?
- O que é que tu lhe mostraste? – perguntou o Stephan preocupado virando-se para o irmão.
- O catálogo das tuas ex-namoradas, há lá com cada uma!
- O que é que tu lhe andaste a mostrar? – perguntou novamente.
- Andámos pelas redes socias e eu mostrei-lhe aquelas tuas semi-namoradas de cinco ou seis dias. A Bianca, a Sandra, aquela sueca a Aleyna.
- Digo-te já que eram todas bem feias. – comentei.
- Por falar nisso, a Aleyna está grávida sabias? – perguntou o Manu.
- O que é que eu tenho a ver com isso? Por mim até podia virar para o outro lado. E porque é que tu lhe andaste a mostrar isso?
- Para ela ver a concorrência! – disse ele.
- Desculpa mas não, eu não tenho concorrência, Ste é exclusivamente meu. E sempre será.
- Eu deliro nesta casa. – comentou o Manu.


- Anda – disse agarrando-me a mão e levantando-me do sofá.
- Stephan…por favor são onze da noite e tenho sonho. – queixei-me.
Nada disse e continuou a andar para o exterior da casa era literalmente puxada por ele.
- Confias em mim? – disse já no exterior da casa.
- Que pergunta é essa, claro que confio! – disse ainda com uma voz calma.
Chegou-se perto de mim e começou a revistar os meus bolsos.
- Stephan? – chamei baixinho.
- O quê?
- Porque é que me estás a apalpar?
- Tens telemóvel ou alguma coisa nos bolsos?
- Não ficou tudo lá dentro.
- Boa – disse atirando o telemóvel dele para a relva.
- Começas a assustar-me seriamente.
- Confias em mim? – voltou a perguntar aproximando-se novamente de mim.
- Confio.
Poisou as suas mãos na minha cintura e levantou-me do chão por momentos tive medo do que se podia passar a seguir. Rodeei a sua cintura com as minhas pernas e o Stephan assentou as suas mãos nas minhas nádegas.
- Oh Ste, eu não sei o que é que vai nessa cabeça mas olha lá aquela tua vizinha idosa pode estar a esta hora na janela do seu quarto a vigiar-nos.
- A esta hora está a dormir. Preparada?
- Preparada para quê?
Não se dignou a responder-me, andou uns passos para a frente, olhou-me nos olhos e sorriu. Olhei para trás e reparei que estávamos à frente da piscina.
- Oh meu Deus – sussurrei antes de o Stephan saltar.
A água estava fria mas naquele momento parecia nada importar. O Stephan pegou-me ao colo já dentro de água.
- Stephan El Shaarawy, eu nunca mais digo na minha vida que confio em ti.
- Podes confiar.
- Começo a duvidar.
- Eu amo-te.
- E tivemos que vir para a piscina para me dizeres isso?
- É mais romântico.
- Stephan diz-me uma coisa seriamente.
- O quê?
- Tu nunca me vais trair, pois não?
- Que conversa é essa Rita?
- Inseguranças de uma rapariga de 18 anos.
- Que tal as esqueceres? Uma pessoa só trai a outra quando não está contente com o que tem em casa mas eu estou e muito contente com o que tenho, sim?
- Mas sei lá…tu és tu sozinho em Itália não é? Uma pessoa fica com medo.
- Não sejas tonta. Eu sou eu e só te quero a ti.
- Acho bem que sim. – acabei por dizer beijando-o.


***

- Oh beleza? – chamou o Salvador atirando-me areia para cima da toalha.
- O que é que tu queres pá? – respondi nada contente com a areia que estava na minha toalha.
- O teu homem?
- O meu homem deve estar a esta hora a preparar-se psicologicamente para a disputa do terceiro lugar com o Uruguai.
- A que horas é que é o jogo?
- Ás cinco, vou ter que dizer adeus à praia à tarde para ver lá o jogo do meu Italiano.
- Ui, que sacrifício que ela vai fazer por Il Faraone. – disse a Francesca brincando.
- E vou, vão ser menos umas horas de bronze só para ver aquele meu namorado a passear por plena Arena Fonte Nova sim porque ele diz que lá está muito calor e não se consegue jogar como deve ser.
- Ele que se prepare para o mundial que vai ser igual. – comentou a Francesca.
- Ele tem lá capacidade para ir a isso!
- Pensei que tinhas o teu namorado em melhor conta. – disse o Afonso deitando-se todo molhado em cima de mim.
- Sai mas é daqui sua coisa! – atirei tentando com que ele saísse de cima de mim. – E tenho mas o meu namorado é o meu namorado, o El Shaarawy é o El Shaarawy.
- São pessoas diferentes? – perguntou o Salvador.
- São. Bastante diferentes. Ste é Ste e o outro é o outro.
- O outro? – perguntou a Francesca rindo-se.
- Oh vocês perceberam. Sabem porque é que ele joga com o número catorze na seleção?
- Não – responderam os três ao mesmo tempo.
- Eu também não, estava mesmo à espera que me dissessem. 
- Sabes o que vai ser bom para as minhas vistas? – perguntou-me a Francesca.
- Diz-me lá.
- A final hoje, espanhóis e brasileiros mas há melhor que aquilo?
- Para mim até há mas aquelas duas seleções são bem constituídas.
- Se são. – disse ela.
- Vocês não se contentam com o que têm? – perguntou o Salvador.
- Nós não somos cegas tá? Se passar aí uma loira toda cheia de silicone também vais olhar ou vais dizer que não?
- E olho!
- Então calas-te Salvador, sim?
- Andas muito enervada rapariga.
- Ando com saudades sabes? Já não vejo o meu bombom desde março, três meses.
- Mas ele vem cá? – perguntou a Francesca.
- Vem, passa cá uns dias comigo depois de vir do Brasil.
- Que romântico. – comentou a Francesca
- O Rafael também vem cá ter daqui a uns dias. – informou o Salvador.
- E vai dormir com o Afonso na sala. – comentei.
- É capaz. – disse o Salavador.
Duas semanas sem pais foi o que nos foi concebido e  Leiria, mais precisamente Nazaré, foi o destino que escolhemos. Como os meus tios têm casa por cá e não estão em Portugal deram-nos a oportunidade de ficar nela. A casa não é muito grande tem apenas dois quartos e logo decidimos que como era a única rapariga ficava num e como o Salvador trouxe a Francesca ficou ele no outro e o Afonso ficou na sala a dormir no sofá.
Os dias têm passado rápido e com a taça das confederações a decorrer ainda mais. A verdade é que nunca mais vejo a hora de ter o meu namorado junto a mim.
- Quem faz o almoço hoje? – perguntou o Afonso.
- Tu também só queres comer, faze-lo nada! – disse-lhe.
- Eu acho que devíamos fazer todos dieta e não almoçamos hoje. – disse o Afonso.
- Fala por ti. Eu almoço, tenho fome. E acho que vou já para casa.
- Eu vou contigo. – disse o Afonso arrumando as coisas.
- Vejam lá se compram o almoço não é? – disse virando-me para o Salvador e a Francesca.
- Sim, nós vamos ver isso. Não se percam! – gozou o Salvador.
Acabamos por sair da praia e caminhar até casa, não era longe em quinze minutos se chegava lá.
O caminho foi feito aos encontrões e muita brincadeira entre o Afonso e eu.
- Acho que temos visitas. – disse o Afonso.
Olhei em frente e reparei em quem estava junto à porta de casa dos meus tios.
- Gabi! – disse correndo na sua direção.
- Rita! – disse ela abraçando-me.
- Vocês quando se juntam são piores que…é que eu nem sei o quê – comentou o Afonso chegando perto de nós.
- Somos nós – disse a Gabriela dando-me um beijo.


A tarde passou rápido, a Gabriela ficou comigo e vimos as duas o jogo, que foi a penáltis ganhando depois a Itália, para depois nos dedicarmos a fazer o jantar.
- Chegámos! – disse o Salvador quando abriu a porta de casa.
- Olá meninas. – aquela voz, olhei para trás e confirmei as minhas suspeitas era o Rafael.
- Olá Rafa. – disse-lhe.
- Olá. – disse a Gabriela de uma forma seca.
Eles foram para a sala deixando-nos a nós na cozinha.
- Oh Gabi! – reclamei.
- O quê?
- Aquilo é maneira de falares para o Rafael.
- É…porque ou eu muito me engano ou ele trás problemas.
- Ele é o melhor amigo do meu irmão, que problemas pode trazer?
- Problemas contigo e escusas de te fazer de desentendida.


- Não me vais chamar Stephan e agarrar-me pois não? – perguntou a rir enquanto nos deitávamos na cama.
- Não! Está descansada, já dormi mais vezes contigo do que com ele, não precisas de ter medo.
- Já está tudo deitado a dormir e nós aqui.
- Falamos mais que eles todos juntos e tínhamos conversa a por em dia. – disse-lhe. – vou à cozinha beber água.
- Não te percas!
- Gabi…- disse percebendo ao que ela se referia.
Percorri o pequeno caminho do quarto à sala para depois ir para a cozinha. Foi o toque de alguém que me fez parar na sala. Controlei-me para não gritar enquanto alguém me agarrava o pé. Olhei finalmente para o meu pé percebendo de imediato quem é que me agarrava.
- Nunca te assustaste com o meu toque. – sussurrou o Rafael.

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Olá :)
Peço-vos muitas desculpas pela demora do capítulo, já passou quase um mês desde o último capitula publicado. Espero que me desculpem e que não tenham desistido disto :) Este capítulo esteve algum tempo ainda nas minhas mãos mas hoje decidi que o acabava e aqui está.
Mais uma vez agradeço os comentários e por continuarem aí :)
Espero que gostem, deixem as vossas opiniões.
Beijinhos,
Mahina

4 comentários:

  1. Olá...mais uma vez adorei *.*
    Amei a conversa entre o Ste e a Rita, por mais séria q seja...há sempre ironia á mistura :P
    Fartei-me de rir com a conversa entre os manos italianos e a Rita...coitadinho do Manu :)
    Também gostei das picardias entre os manos Rita e Salvador e Afonso :9
    Esta vinda do Rafa...vai trazer problemas ou se vai :/
    Espero pelo próximo sff bjs

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  2. My babyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyyys *-*
    Ai ai ai ai ai ai que eu amo, amo, amo, amo muito isto! É o capitulo que trouxe aquela chama de que falámos de volta. Juro Mahina, desistir disto seria desistires daquilo que te fez vir para este mundo. Desistir é para quem não consegue e tu, tu consegues. Eu confio.
    Ai mas os meninos em itália são tão lindões *o* e aquele Manuel?? Oh mãe...dois pares de estalos é o que lhe falta...ou então a falta mesmo. Rafa...Rafa trás problemas, mas eu quero XD vai trazer aquela coisa louca que eu sei XD

    Vá, antes que diga coisas que não deva, toca a começar a escrever o 24 e publicá-lo depressinha!!
    Beijinhos, beijinhos.
    Ana Patrícia.

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  3. Olá!
    Primeiro de tudo: este Rafael não me inspira confiança nenhuma nenhuma nenhuma! Eu estou com a Gabi!
    Eu acredito na fidelidade da rita, mas este Rafael cheira me que vem para fazer estragos! O Ste que proteja o seu lugar porque eles são tão fofos juntos. Eu adoro ler porque eles são diferentes dos outros casais. Tem os seus momentos de parvoíce, os seus momentos de declarações...e o Manu ?ahahahah acho que já percebeu que não se pode meter com eles :p
    Espero o próximo com menos melhor amigo suspeito e com mais namorado parvinho xD

    Beso
    Ana Santos

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  4. Olá

    Ameiiiiiiiiiiiiii *_*



    Beijinhos


    Catarina

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