domingo, 25 de maio de 2014

Novidade ❤

Olá  :)
Uma novidade, uma informação sendo sincera nem sei bem o que lhe chamar.

Tenho andado um pouco ausente e provavelmente só em Junho voltarei a publicar tanto na Boundless Love como na I will wait for you. O motivo? Acreditem as próximas semanas vão ser muito cansativas para mim e isso impossibilitar-me-á de vos dar capítulos. Por isso peço-vos desculpa e espero que não desistam de nenhuma das duas.

Bem mas agora vamos ao assunto que me trouxe aqui. Be my forever, possivelmente o nome do meu novo «projeto», uma história diferente (bastante diferente, acreditem no que vos digo).

Personagem principal: Núria «Tem 21 anos, nasceu em Portugal, na cidade de Coimbra. (…) Desde muito nova que tinha o sonho de estudar num país estrangeiro e quando acabou o secundário foi o que fez. Partiu para Londres com 18 anos no verão de 2010 e licenciou-se em enfermagem veterinária em 2013.»

O resto? Bem o resto…é confuso! Não arranjo outra palavra para descrever esta história e acho que confusa é a palavra certa. Tenho a certeza que ao longo dos capítulos vocês me darão mais adjetivos ;)

Que mais vos posso dizer? Eden Hazard (belga, vocês devem conhecer), Oscar (brasileiro, também devem conhecer), sim são essas as personagens principais além da Núria. Dois para uma? Sim, eu também tenho a sensação que isto não vai correr da melhor forma mas com o tempo vocês verão.

Meus maiores receios:
- Que não gostem da história;
- Que tenham uma má impressão da Núria (acreditem, provavelmente isso vai acontecer);
- Que a minha estreia a escrever na terceira pessoa seja um fracasso;

«- Vou ter saudades tuas – acabou por dizer Núria passando a sua mão por aquela pele suave tão característica dele.
- Eu mando cumprimentos pelo Hazard. – gozou Oscar levando-a a fazer cara séria.
- Não brinques muito com a situação sim?»

«- Saí ontem de manhã e cheguei à pouco. – Olhou para ela e sorriu mas depressa desapareceu aquele sorriso – mas eu não passei a noite fora! Quer dizer passei…mas em casa de uns colegas e…- atrapalhava-se a falar, falava preocupado.
Núria sorriu e passou a mão pela cabeça do cão, fazendo-lhe uma festa.
- Não me tens que dar satisfações da tua vida. – disse sorrindo – não tenho nada a ver com ela. – disse ela continuando com o seu sorriso típico na cara, não estava a ser fria nem nada parecido apenas estava a ser sincera.
- Sim, mas…- olhava seriamente para ela, acabou por se rir um pouco. O sorriso de Núria era contagiante – desculpa.
- Estás para aí a pedir desculpa de uma coisa sem sentido não te parece? – perguntou pegando no cão e entregando-o ao rapaz – cuida bem dessa fofura. – disse-lhe ternurenta.
- Posso saber o teu nome? – perguntou a medo.
- Núria. – respondeu-lhe sorrindo – e o teu é…
- Eden. – disse sorrindo-lhe.»

«- Desculpa. – apressou-se a pedir o rapaz contra quem tinha batido.
- Mal empregada, estava tão boa. – foi a única coisa que Núria disse antes de se rir, tinha falado em português e apressou-se a dizer algo ao rapaz em inglês – não te preocupes, está tudo bem. – disse olhando-o.
- Portuguesa? – perguntou ele. Depressa percebeu que aquele português não era de Portugal.
- Uh, brasileiro? – perguntou ela. Finalmente podia falar a sua língua materna com alguém.
- Oscar – disse-lhe ele junto do ouvido.
- Núria. – disse ela também junto do seu ouvido.»

«Yannis não se sentia bem ali, levantou-se sob o olhar atento do pai e de Núria, passou por cima dela ficando assim numa das pontas da cama. Agora estava tudo bem, Eden tinha a sua mão em contacto coma cintura da namorada e Yannis adormecia agarrado a Núria e ao seu peluche preferido. »

E acho que é isto, espero as vossas reações a esta novidade, interessadas? É uma história que vos interessa?

Boa semana
Beijinho,
Mahina

domingo, 18 de maio de 2014

25º - «Oh nada de me roubares o namorado!»

- Sabes uma coisa?
- Sei tanta coisa. – respondeu passando a sua mão pelo seu cabelo acariciando-o.
- Posso ser sincera?
- Sabes que sim Rita.
- Tenho saudades de quando andávamos no chega arreda.
- Eu não tenho lá muitas saudades de quando me davas para trás.
- Era bonito. Era um sinal de que começavas a ser importante.
- Oh que bonito. – ironizou a Gabriela – E o que é que vão dizer a seguir? – perguntou levantando-se da toalha e sentando-se nela – Que são a melhor coisa na vida do outro? E que já não conseguem viver um sem o outro?
- O que é que lhe está a dar? – perguntou o Stephan olhando para mim e para ela ao mesmo tempo.
- Falta de amor do próximo. – respondi levantando-me e sentando-me junto ao Stephan.
- Eu dou-te a falta de amor do próximo dou… - respondeu a Gabriela.
- Não necessito, eu tenho amor do próximo. Se calhar não aquele que ando a precisar mas…
- Ah! – disse a Gabriela escandalizada – Ouviste o que a tua irmã disse Salvador? – perguntou virando-se para ele.
- Achas? Salvador não vê outra coisa a não ser uma certa rapariga de Braga chamada Francesca. – atirei.
- Eu ouvi essa! – disse ele.
- Era para ouvires. – disse alto. Levantei-me e sacudi toda a areia que consegui. – Vamos? – perguntei virando-me para o Stephan.
- Para onde? – perguntou.
- Água, eu preciso de água.
Também ele se levantou agarrando-me.
- Sei que deixaste de gostar de mim mas daí a deixares-me aqui com aqueles dois coisos. – disse a Gabriela.
- Eu também ouvi essa… – disse novamente o Salvador.
- Vá anda lá minha chuchu. – disse-lhe antes de ela me agarrar a mão e se levantar.
- Sabes qual é a sensação de ser trocada? – perguntou enquanto se agarrou ao meu braço.
- Sei! Olha que por a caso sei e bem!
A Gabriela parou e o Stephan continuou a andar, ela deteve-me ali e colocou as suas mãos nos meus ombros.
- Desculpa. – disse séria.
- Gabi tu… - falei tentando perceber o porquê daquele pedido de desculpas e parei quando percebi. Olhei para ela tentando transmitir a asneira que tinha acabado de dizer. – a sério? – perguntei continuando a andar.
- Pensei que… - disse referindo-se ao Filipe.
- Juízo nessa cabeça. Tenho é ciúmes da quantidade de rapazes com quem aquele meu namorado de quase oito meses partilha o balneário. – disse rindo.
Ela olhou para mim e também sorriu.
- Vou ali ter com a minha metade, aqui sinto-me incompleta. – disse começando a caminhar mais depressa em direção ao Stephan.
- Muito obrigada pela parte que me toca. – disse antes de eu começar a correr em direção ao Stephan.
- Quero…Itália! – disse quando cheguei junto dele.
- Queres? – perguntou rodeando-me a cintura mais uma vez.
- Quero e agora.
- Oh Rita agora não dá.
- Não dá…isto é que já não dá! – atirei.
- O quê? – perguntou confuso.
- Eu e tu aqui, assim, eu quero Itália!
- Queres é…
- Festa – terminei sem o deixei acabar – é isso mesmo.
Ele riu-se e eu encostei a minha cabeça ao seu ombro, entrelacei a minha mão na dele e continuamos o caminho até ao mar.


- Rita? – chamou o Salvador despertando-me.
Tínhamos acabado de jantar, estava cansada demasiado cansada. Encostei-me ao Stephan já que a minha vontade de comer era zero e não tinha sequer tocado no jantar.
- Sim. – respondi.
- Estás bem? – perguntou visivelmente preocupado.
- Com sono. – respondi colocando uma das minhas pernas em cima das do Stephan, ele sorriu e eu voltei a encostar a minha cabeça ao seu ombro.
- Deve ser a primeira vez que vejo a Rita com sono! – atirou o Rafael.
Tive a ligeira impressão que o resto da conversa ia dar para o torto.
- O dia foi cansativo. – disse em voz baixa.
- Sabem o que era cansativo? – perguntou o Rafael. – Eram as festas em Coimbra. – respondeu sem esperar que alguém o fizesse.
- Até tenho saudades. – admiti.
- Voltas às origens, não? – disse referindo-se ao facto de eu voltar para Coimbra.
- Provavelmente…- disse ainda em voz baixa, o cansaço apoderava-se de mim a cada minuto que passava. – eu preciso mesmo de me ir deitar. – avisei antes de me levantar da mesa.
- Eu vou contigo. – disse o Stephan levantando-se também e agarrando-me a mão.
Caminhámos de mãos dadas até ao quarto. Deitei-me e ele fez o mesmo, deitando-se junto a mim. Coloquei as minhas pernas em cima das dele enquanto me olhava estranho, queria dizer algo e eu sabia-o.
- Rita… - sussurrou passando os seus dedos pelo meu cabelo.
- Não, o Rafael é assim gosta de parecer aquele tipo de rapaz que conquista todas e…na verdade até é mas não lhe ligues, ele sabe bem que há muito tempo que não lhe pertenço.
- Como é que tu…
- Sabia que ias perguntar isso? – perguntei interrompendo-o – eu conheço-te e tu e os teus ciúmes são complicados…
- Espera lá! Há muito tempo que não lhe pertences? Rita o que é que eu não sei?
- Ai – pronunciei percebendo que esta conversa ainda agora estava a começar – esquece lá o que eu disse.
- Não esqueço não. Rita porque é que não me contas?
- Stephan não há nada para contar. – disse retirando as minhas pernas de cima das dele.
- Já estás a fugir à conversa.
- Queres estragar tudo agora? – perguntei virando-me para ele.
- Porque é que o Rafael haveria de estragar o que temos? Eu só quero saber, foi teu namorado? – perguntou – eu tenho o direito de saber, ou não? – perguntou mais uma vez desta vez segurando-me a mão e à espera de uma resposta.
- Rita! – disse a Gabriela entrando no quarto.
Olhámos os dois para ela, o Stephan largou-me a mão, levantou-se saindo do quarto deixando-nos assim às duas sozinhas.
- Está tudo…bem? – perguntou-me.
- Não sei – disse dobrando as perna e chegando os joelhos para junto de mim – a sério que não sei – encostei a minha testa aos joelhos.
- Então? – perguntou a Gabriela sentando-se junto a mim.
- Uma palavra: Rafael.
- Ele sabe que…
- Não e nem tem que saber Gabi, são coisas do passado! Eu também não ando para aí a querer saber quantas é que ele levou para a cama não é? – atirei com um pouco de raiva.
- Rita. – disse segurando-me as mãos – calma sim? Muita calma, tu estás muito enervada.
- Mas é verdade! Ele está a ter ciúmes de uma coisa completamente estúpida, sem nexo. Se formos a ver bem as coisas, quem devia ter ciúmes aqui era eu não ele. Ele é uma figura pública, jogador de futebol e vês-me aí com ciúmes? – perguntei. Acalmei-me um pouco antes de continuar – Não, não me vês aí com ciúmes. Se os tenho? Tenho e não são poucos mas tento controlá-los porque sei que podem estragar tudo.
- Percebe uma coisa, se ele tem ciúmes é porque gosta mesmo de ti sim?
- E eu que não os tenho, quer dizer que não gosto? – perguntei indignada.
- Ai Rita! Hoje estás mesmo em dia não. Tu tens ciúmes, ainda há pouco tempo admitiste, só que não os demonstras. O Stephan demonstra-os percebes? Ele tem medo de te perder!
- Eu também!
- Para de ser assim Rita, abre esses olhos e vê o rapaz que tens ao teu lado.
- Estou a ser muito parva não? – perguntei apercebendo-me da realidade.
- Não é uma questão de seres parva, estás apenas a ver o teu lado. Vê o dele, percebe o lado do teu namorado. – disse a Gabi calma passando a sua mão pela minha face.
- Obrigada. – sussurrei.
- E agora vamos ao que me trouxe aqui. – disse já com um sorriso na cara – nós vamos sair, vocês querem vir?
- Acho que ele e eu temos coisas a resolver.
- Então nós vamos, sim?
- Sim, divirtam-se. – disse-lhe antes de ela sair do quarto.
Levantei-me da cama e comecei a andar pela casa procurando por ele. Depressa me apercebi que não estava no interior da casa e rumei ao exterior.
- Ste… - sussurrei quando o encontrei sentado na relva no exterior.
Ele nada disse, sentei-me junto dele esperando que falasse ou fizesse algo.
- Desculpa… - disse em voz baixa – tenho tanto medo de te perder, medo que tudo corra mal, medo que me troques por outra, medo de estragar tudo. – cheguei mais perto dele e sentei-me à sua frente – sou nova e insegura, digo coisas que não quero dizer, não penso muito antes de agir, faço tanta coisa por instinto. – coloquei as minhas mãos na sua cara e fiz com que me olhasse – compreende o meu lado – continuei – não quero estragar o que temos por um rapaz que não me é nada quando tu…me és tudo. – terminei.
Agarrou-me as mãos e puxou-me para ele fazendo assim com que me sentasse nas suas pernas.
- És tão diference de qualquer outra mulher – disse – és tão tu e por seres tão tu e tão única é que também tenho medo de te perder. Não devia ter insistido no assunto do Rafael, não devia eu sei mas foi mais forte que eu. Por momentos tive medo que ele ficasse contigo.
- Oh meu doido – disse passando-lhe a minha mão pelo seu rosto – ninguém vai ficar comigo a não ser tu entendes?
- Tento entender. – disse sorrindo.
- Amo-te – disse juntando os meus lábios aos dele.
- Eu também. – sussurrou.
- Amanhã temos que ir para Coimbra, vais conhecer uma pessoa assim muito importante para mim.
- É rapaz? – perguntou a medo.
- É…mas acredita em mim meu amor, não precisas de ter ciúmes dele.



- Ai que saudades! – quase que gritou ao ver-me ali.
- E eu tuas. – disse abraçando-a. – Ai Mariana, juro que sinto a tua falta.
- Eu já não namoro com o teu irmão mas continuo tua amiga não?
- Sim, sim eu sei mas é diferente. – virei-me para trás e agarrei a mão do Stephan puxando-o para junto de mim. – é o Stephan o meu namorado, tu já o conheces não?
- Sim, ele invadiu a minha casa. – disse a Mariana rindo-se.
Eles cumprimentaram-se e falámos durante um pouco. Pouco tempo depois chegaram os meus irmãos com a Francesca, a Gabriela e o Rafael junto de nós. Por incrível que pareça não notei desconforto na Mariana e no Salvador como ex-namorados, falaram normalmente e ele até lhe apresentou a Francesca.
- Coimbra é linda não é? – perguntei entrelaçando a minha mão com a do Stephan enquanto caminhávamos.
- Realmente é e bem acolhedora. – disse sorrindo.
- Estás a ver aquele ali? – perguntei apontando para o Francisco que vinha na nossa direção.
- É o meu melhor amigo. – disse sorrindo.
O Francisco veio até nós, larguei a mão do Stephan e abracei-o.
- Que saudades! – disse ele.
- Stephan – disse agarrando-lhe a mão novamente – é o Francisco e Francisco – disse olhando para ele – este é o Stephan o meu namorado.
Cumprimentaram-se enquanto eu sorria ao ver aquele momento. Andámos um pouco em frente e sentamo-nos todos nuns bancos de jardim. O Stephan afastou-se um pouco de mim indo ter com o Salvador e o Afonso.
- Ele é giro. – disse o Francisco despertando-me.
- Oh nada de me roubares o namorado!
- Relaxa Rita, namorado de amiga minha é rapariga.
- És um fofo. – disse sorrindo-lhe – que saudades tuas.
- Vai mas é ter com o teu namorado que não está com ar de quem esteja a gostar aqui da nossa química.
- Deixa lá Francisco – disse levantando-me – com ele é que há física. – disse levando-o a rir e saindo de junto dele.
- Vá Ste, diz-me o que te preocupa, coração? – perguntei chegando-me junto dele.
- O Francisco e tu, aquilo é muita proximidade, desculpa se estou a fazer filmes mas…tenho medo que ele te roube aqui ao Stephan.
- Ste sabes que o que podia acontecer mesmo era ele roubar o Stephan aqui à Rita.
- O quê? – perguntou perplexo olhando para mim.
- Sim, Ste o Francisco joga para o outro lado. – disse descontraída.
- Muito mais descansado. – disse rodeando-me a cintura e beijando-me.



- Beijinho para aqui, beijinho para ali , vocês enjoam! – disse mais uma vez o Manu naquela tarde.
Estava sentada no sofá junto do Stephan, enquanto ele me acariciava o cabelo.
- Sabes o que é que já enjoa? – perguntei.
- O quê? – perguntou ele olhando tanto para mim como o Stephan com cara séria.
- Tu, sempre a chatear-nos. Arranja uma namorada! – atirou o Stephan.
Namorada…o Manu tinha terminado com a Giulia há uns meses e conseguiu ficar ainda mais chato do que era.
- Se quiseres eu arranjo-te uma namorada, assim toda jeitosa e portuguesa. – sugeri.
- Não quero, as portuguesas são chatas!
- O teu irmão não se queixa meu querido cunhado.
- O meu irmão contenta-se com pouco. – atirou.
- Se isto é pouco…- disse levantando-se do sofá e chegando até mim estendendo-me a mão – piscina? – perguntou.
- Estava a ver que não perguntavas. – disse levantando-me e agarrando a mão dele.
Chegamos ao exterior da casa, o Stephan tirou a sua t-shirt e eu retirei tanto os meus calções como a minha t-shirt ficando de biquíni. O Stephan chegou perto de mim, beijou-me e pegou-me ao colo.
- Vamos? – perguntou referindo-se à piscina.
- Já devíamos lá estar Stephan.
Ele acabou por saltar para a piscina e já dentro de água pegou-me novamente ao colo.
- O que nos espera depois do Verão? – perguntou.
- Espera-nos distância, espera-nos discussões, choro, saudade – beijei-o e olhei novamente pare ele – mas sabes o melhor de tudo? – olhei para ele e olhava-me esperando por uma resposta – o melhor tudo é que temos o nosso amor. E com amor tudo se torna mais fácil. 


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Boa noite meninas :)
Tenho algumas coisas a dizer:
- desculpem a demora mas o tempo por vezes é escasso 
- o tempo que tenho tido anda a ser aproveitado em algo, algo que espero que vocês conheçam brevemente ;)
- aqui têm este capitulo 25º , espero que esteja ao vosso agrado
Espero opiniões, conselhos e tudo o que me quiserem dizer, eu agradeço.
Um grande obrigada a vocês aí desse lado :)
Beijinhos,
Mahina