sábado, 12 de julho de 2014

27º Capitulo - «Eu sou a mãe do filho do Stephan.»

Os dias têm sido dolorosos. Ver o Stephan sofrer faz-me desesperar por completo.
Tudo estava bem quando era apenas uma pequena lesão muscular na coxa. Umas semanas de paragem. Eu aguentei bem apesar da minha preocupação. É algo normal que pode ou não acontecer, são os riscos de ser jogador de futebol.
A lesão passou e começou novamente a treinar…até que se lesionou novamente no pé num treino. Acho que perdi a cabeça nesse dia e a minha vontade foi mesmo correr para junto dele mas não podia. Ele estava longe, a sofrer e o pior é que nada podia fazer para o ajudar. Nesse dia nem falámos muito ele estava…estranho, provavelmente sem vontade de falar mas eu compreendi-o, afinal aquilo afetou-o tanto…

Outubro chegou já há algum tempo, na verdade estamos quase no fim. E com o fim de Outubro chega o aniversário do Stephan. Não o vejo desde Agosto e este fim-de-semana é a minha oportunidade para voar até Itália.

Estava no quarto deitada na cama, a descansar. As malas já estavam feitas, desde a semana passada na realidade. Quando queremos mesmo uma coisa acho que a planeamos com cuidado e com muito tempo. Como sexta-feira que era não tinha aulas da parte da tarde por isso estava tão descansada.
Peguei no meu computador, precisava de rever o meu verão de me voltar a sentir livre, despreocupada e feliz.










Havia apenas duas fotografias de nós as duas juntas mas essas fotografias levavam-me de volta àqueles dias de verão. 







As últimas fotografias que havia eram as minhas e do Stephan na praia e na piscina. Eram sem dúvida as que eu mais gostava, as que mais me faziam pensar e ter saudades. A maioria das fotografias foram todas tiradas na praia, apenas uma foi tirada já em Itália na piscina.









O som do bater da porta despertou-me, segundos depois o Juan entrou.
- Já fizeste as malas? – perguntou-me no seu desajeitado português.
- Sim, já estão feitas há muito tempo. – disse colocando o computador para o lado e sentando-me no fundo da cama junto dele.
- Estás ansiosa?
- Acho que não…já me passou essa fase.
- Já estiveste muitas vezes em Itália?
- Algumas… - respondi, percebia as perguntas dele, aquela curiosidade.
- Ele faz anos domingo?
- Sim. – deitei-me para trás na cama ficando a olhar o teto.
- Rita?
- Diz. Tu fazes mais perguntas que os pequenitos. – vi a cara dele de atrapalhado e apressei-me a corrigir – estou apenas a brincar Juan.
- Mais aliviado – disse sorrindo – há quanto tempo namoram?
- Daqui a umas semanas fazemos um ano.

- Isso é bonito.
- Bonito?
- Sim…mesmo com a distância e tudo vocês conseguem estar junto à um ano…
- Só nós sabemos o que custa.
- É complicado imagino…mas ele parece ser boa pessoa. Os teus olhos estão sempre brilhantes quando falas dele…vê-se e percebesse muito bem que o Stephan te faz feliz.
Feliz? O Stephan faz-me sentir a pessoa mais completa neste mundo, faz com que certos medos desapareçam…mas que outros apareçam. Faz com que haja amor e partilha…sinto-me bem com ele como nunca me havia sentido com nenhum rapaz.
- É…somos felizes, à nossa maneira… – acabei por responder ao Juan de uma forma mais controlada…se continuasse a pensar nisso ou falar iria chorar, de certeza.
- Mas não me pareces muito animada…
- Apenas estou cansada…
- Tens a certeza?
- Sim Juan.
- Aposto que irás ficar melhor quando estiveres lá em Itália com ele.
- Isso podes ter a certeza! – Levantei-me da cama, indo até à cómoda para fechar as gavetas. Ao voltar a olhar para trás, vi que o Juan já estava mais perto de mim, olhando-me de uma maneira carinhosa…quase que me assustando – bom…eu tenho de ir fazer umas coisas.
- Sim, sim. Eu deixo-te – vi que ele se ia a aproximar de mim…mas recuou, saindo do quarto.
Estas aproximações começam a assustar. O Juan passa cada vez mais tempo comigo…tempo esse que muitas vezes é aproveitado para desabafar ou para nos rirmos. Sempre pensei que, com um rapaz cá em casa, as coisas fossem ser diferentes…uma rapariga pudesse ser melhor, mas não…o Juan tem vindo a demonstrar o contrário.
Sentei-me de novo na cama, pegando no computador. Uma chamada em espera no skype? Era o Stephan…só para torturar mais um bocadinho. Depressa abri a chamada e a imagem dele completou o ecrã do computador.
- Amore…
- Stephan – Rita, controla-te…daqui a umas horas vais estar com ele, apesar de ele não saber. Não lhe podes dizer, controla-te e respira fundo.
- Como é que tu estás?
- Cansada…bem…a morrer de saudades tuas. E tu?
- Cansado, bem e a morrer de saudades tuas. Estamos em sintonia e tudo!
- Parvo!
- Quando é que te volto a ter nos meus braços? Na minha cama…
- Estás assim tão necessitado?
- É…já lá vão dois meses desde a última vez…
- Ainda bem!
- Ainda bem? percebi que ele ficou um pouco à nora com o que tinha acabado de dizer, já que aquela cara não engana ninguém.
- Sim…é sinal que não me andas aí a trair com ninguém.
- Então é ainda bem é ele riu-se e vi que estava, de certo modo, “aliviado” e tu? Já tens português para me substituir?
- Nenhum português é suficientemente bom para te substituir – e contar-lhe do Juan? Ainda não lhe tinha contado nada…mas não fazia diferença nenhuma. O Juan está apenas a viver cá em casa, é bom amigo mas nada mais que isso.
- Mas vá, responde à minha pergunta.
- Ainda não sei Stephan…tenho algumas coisas por tratar cá…adorava estar contigo no próximo domingo – o Stephan faz anos do domingo…custa ainda mais estar a omitir-lhe o facto de que apanho o voo para Milão nesta noite..mas quero mesmo fazer-lhe uma surpresa.
- Adorava que passasses o dia comigo…como no ano passado.
- Acredita que eu também Ste…
- Mas, por favor, quando souberes, diz-me logo. Preciso de ti comigo. Aqui…agora.
- Serás o primeiro a saber, meu amor.
- Tenho de ir falamos depois?
- Claro que sim! Eu também preciso de ir falar com uma pessoa da faculdade – sim, realmente tens de falar com uma pessoa…mas não da faculdade.
- Então vai, amore mio. Ti amo.
- E eu amo-te a ti – já era habito terminar aquelas chamadas com um beijo no ar e uma saudade imensa…mas está perto de terminar.
Coloquei o computador de lado, pegando no telemóvel. Ligar ao Manu era o que tinha de fazer.
- Cunhada! Como estás?
- Olá Manu, está tudo bem e preciso de ti.
- Rita…o meu irmão é que trata desses teus assuntos!
- Oh seu parvo, cala-te!
- EI…estava só a brincar eu ri-me e, do outro lado da linha, o Manu riu-se também.
- Vá, ajudas-me ou não?
- Diz lá.
- Preciso que mantenhas o Stephan em casa esta noite. Obriga-o, inventa qualquer coisa, mas faz com que ele fique em casa.
- Porque?
- Custa assim tanto fazer um favor à tua cunhada preferida?
- És a única que tenho.
- Graças a Deus!
- Eu ajudo sim…isso é sinal que vais fazer surpresa ao puto? – afinal o Manu ainda percebe de algumas coisas…
- Sim…mas não lhe podes dizer. Não podes mesmo!
- Ficas até domingo?
- Fico! Tenho mesmo de estar com ele…é o dia de anos dele e o Stephan precisa, eu preciso…precisamos os dois.
- Sim…o puto anda com falta anda.
- Oh seu anormal!
- Fica descansada que está bem escondida a tua vinda.
- Obrigada.



Finalmente em Milão!
Saudades daquela brisa, e daquele frio típico de fim de Outubro. Podia ter simplesmente chegado ao aeroporto e ter ligado ao Stephan dizendo: Amor, estou aqui em Milão à espera que me venhas buscar ao aeroporto, coitadinho, ainda lhe dava alguma coisinha má. Ainda por cima ele ainda está lesionado precisa de descanso e mimo. Algo que eu lhe penso dar, não o descanso mas sim o mimo.
Com o Stephan na ignorância, foi o Salvado que me veio buscar e me levou a casa do meu namorado. Podia ter dito ao Manu? Podia…mas ele é perigoso na estrada e não me arriscava.
Estava frente a frente com a porta de casa dele e não me arriscava a bater. Respirei fundo durante os momentos e aí ganhei coragem para o fazer.
- Olha a porta, Stephan! - voz do Manu…quase a gritar. E aposto que estão sentados um ao lado do outro.
- Vai lá tu! – voz do Stephan.
- A casa é tua!
- Não foste tu que quiseste que eu ficasse aqui, em casa, fechado? Então vai lá tu!
- Vais-te arrepender de não ir abrir a porta! – bem continuem a discutir enquanto eu estou aqui ao frio…não se incomodem comigo.
- Cunhada! – foi o Manu quem me abriu a porta.
- Lá estás tu a inventar cunhadas… - Stephan…sempre tão querido a falar com o irmão.
- Então Rita? Correu bem a viagem? – perguntou o Manu encostando-se à porta não me deixando entrar.
- Correu – respondi calma.
- Rita? – e finalmente o Stephan acordou para a vida.
- Olha o bebé acordou finalmente. – disse rindo. Apareceu logo atrás do Manu.
- Não. Sai daqui! – disse o Manu – não quiseste vir abrir a porta pois não? Olha que sorte, agora sou eu que falo com ela. Então…vieste ver o teu cunhado?
O Stephan olhava para o Manu com cara de: eu mato-te.
- Ouvi dizer…que alguém fazia anos este domingo. E aí apareceu uma ideia na minha cabeça: porque não ir a Itália este fim-de-semana? E cá estou eu. – o Manu continuava a impedir o Stephan de chegar até mim – vá, vamos acabar com o sofrimento do fofinho.
Fui até ele e abracei-o, precisava daquele abraço, daquele mimo, daqueles braços, daquele calor só dele. Unimos os nossos lábios num beijo calmo, cheio de saudade e amor.
- Que lindos… - tinha de vir aquela coisa interromper.
- Estou tão contente de estar aqui…contigo. – disse ainda abraçada a ele. – como está esse pé?
- A melhorar – assegurou-me – o importante é que agora estás aqui, fofinha.



Acordar com aqueles beijos, com aquele toque com toda aquela alegria com que não acordava já há mais de dois meses.
A noite ontem tinha sido calma o meu cansaço era evidente e o mimo do Stephan faz-me ficar ainda mais preguiçosa e cansada mas faz-me sentir completa.
- Qual é a sensação que acordar na mesma cama que eu? – perguntou beijando o meu ombro.
- É boa, se fosse na cama do David Beckham era bem melhor mas é contigo que sou feliz.
- Planos para hoje?
- Que tal não fazer nada?
- Isso é estranho…
- Não é nada. O bom de eu estar lesionado é que não faço nada até voltar ao ginásio.
- Não há nenhuma parte boa de tu estares lesionado! Principalmente não jogas e eu gosta de te ver jogar todo sexy.
- Gostas…
- Gosto!
- Ficas cá até quando? – perguntou enquanto brincava com o meu cabelo.
- Até terça de manhã.
- E as aulas?
- As faltas existem para serem dadas, não?
- És muito rebelde.
- Muito Stephan, muito… - disse enquanto ele se colocava em cima de mim fazendo-me algumas cocegas.
- Bom dia! – sempre querido a interromper as coisas o Manu.
- Ainda não o tiraste cá de casa? – perguntei.
- Eu achava que sim mas ele volta sempre.
- Eu ainda estou aqui. – interveio o Manu encostado à porta do quarto.
- Nós sabemos, estávamos era à espera que tu te fosses embora, que te apercebesses que estás a mais.
- Sempre tão queridos… - disse abandonando a porta do quarto e encostando-a.
- Onde é que nós íamos? – pergunto o Stephan entre pequenos beijos no meu pescoço.
- Naquela parte em que disseste que eu era rebelde.
- Vamos testar a rebeldia? – perguntou fazendo-me rir.
- Uh, sou toda tua por hoje, amanhã e depois logo se vê…
- Vais arranjar um italiano?
- Si, mais novo que tu. Vais fazer 21 não é?
- Não estou velho…estou na boa idade.
- Vamos testar a boa idade. – disse rindo-me.



O dia…foi passado entre brincadeiras e preparativos para a festa de amanhã do Stephan. Está lesionado…e precisa disto para o animar. Mesmo que me diga que está bem, na cara dele é visível que estar parado o afeta bastante.
Fomos jantar com o Manu e mais uns amigos do Stephan, algo simples e normal. Fui apresentada a mais meia dúzia de rapazes que na verdade desconheço o nome, bem que o Stephan me disse e repetiu mas fixar nomes não é de todo para mim.
E hoje…era a nossa noite. Sem Manu enfiado lá em casa. O tempo não era preocupação, tínhamos precisamente todo o tempo do mundo para sermos um do outro.
- A noite foi boa? – perguntou o Stephan quando entrámos em casa. Atirou-se para o sofá enquanto eu fiquei em pé a olhá-lo.
- Foi, bastante boa até conheci lá o…os teus amigos. – disse para não me enganar nos nomes.
- Anda cá. – disse fazendo-me sinal para ir até ele – e…olha é quase meia noite.
- Não. Fofinho, depois nós caímos nas escadas, começar lá em cima é o melhor.
Dei-lhe a minha mão e agarrou-a, vindo até mim. Assim os nossos corpos embateram um no outro. Abriu o seu típico sorriso e levou as suas mãos à minha camisola retirando-a.
- Stephan…lá em cima.
- Deixar a roupa aqui é mais saudável.
- Saudável, usas palavras onde elas não encaixam, és tão parvo.
- Rita…tenho calor. – disse agarrando as minhas mãos e colocando-as no corpo dele.
- Podes bem tirar a camisola sozinho, não?
- É melhor quando és tu…sinto as tuas mãos no eu corpo, o teu toque, os teus beijos. Quando me despes é tudo muito mais bonito.
Só ele…para dizer coisas sem sentido mas que lá no fundo fazem todo o sentido. Também quando é ele a tocar no meu corpo é tudo muito mais bonito porque me sinto dele, me sinto confiante me sinto uma pessoa completa.
O Stephan beijou-me de uma forma completamente louca, percorreu o meu corpo a uma velocidade furiosa com as mãos.
Subimos as escadas e fomos em direção ao quarto do Stephan, precisávamos daquele lugar só para nós.
Não era a primeira, nem a segunda vez que isto acontecia mas era como se fosse, apesar de tudo decorrer com naturalidade a entrega era total tal e qual como na primeira vez.
Fascinava-me de todo a forma como o Stephan me conhecia…como conhecia todo o meu corpo, todos os meus pontos mais sensíveis e a forma como lidava com certas sensações que me proporcionava.
Amor, tudo o que foi feito ali foi puro e simples amor. Porque apenas quem se ama se entrega tal e qual como nós o fizemos.
Passei a minha mão pelo peito despido do Stephan, as nossas respirações voltavam ao normal e os nossos sorrisos apareciam completamente sinceros.
- Tanti auguri amore mio – sussurrei, passando o meu dedo indicador pelo seu nariz passando depois pelos seis lábios.
- Grazie – agradeceu deixando os seus lábios encontrar a minha testa.



O dia de aniversário do Stephan foi passado com todos os amigos e familiares, menos os pais que não puderam estar presentes. Por um lado foi um alívio para mim. Admito que conhecer os meus possíveis sogros dá-me arrepios. Tenho…medo, acho que é normal (ou não).
O domingo foi todo preenchido, tivemos a festa à noite e só com a segunda-feira tivemos o descanso merecido.

Estávamos na sala, tínhamos acabado de jantar há pouco tempo. O Manu acompanhava-nos num filme que víamos. Era o meu último dia em Itália, amanhã voltava para Portugal…para a faculdade novamente.
- És muito feia cunhada, realmente! – pronto, tinha que vir o meu cunhado favorito com os seus insultos.
Levou com uma almofada no segundo a seguir a dizer aquilo, como sempre o Stephan não reagia bem quando me insultavam ou falavam mal.
- Respeitinho! – avisou o Stephan – tomara tu teres a beleza da Rita!
- Toma! – atirei tal e qual como as crianças o fazem quando lhes dão razão.
Tocaram à campainha o que nos fez ‘’acordar’’. No fim da típica conversa de quem iria abrir a porta, foi o Stephan quem o foi fazer.
Em casa entrou uma rapariga, devia ter por volta da idade do Manu, tinha um bebé nos braços o que me chamou logo à atenção…como eles são bonitos os bebés.
- É vossa prima? – perguntei ao Manu visto que o Stephan estava afastado de nós a falar com ela.
- Não.
- Tia?
- Não é da minha família, aquela.
- Espera lá…deve ser do pacote das ex-namoradas do teu irmão…não me mostraste aquela no outro dia!
- Eu não a conheço e nunca a vi mais gorda!
O Stephan aproximou-se de nós com a tal rapariga que o acompanhava.
- É a Andréa… - e porque é que ela está aqui? Era sem dúvida a pergunta que me apetecia fazer.
- Olá – disse ela com o seu italiano pouco convincente.
- Não gosto dela… - disse em voz baixa virando a cara para o lado para que assim só o Manu ouvisse aquelas palavras – quem é ela? – perguntei em voz normal sem rodeios.
- Bem… - sentia a dificuldade que o Stephan estava a ter para falar.
- Eu sou a mãe do filho do Stephan.
- Oh, só podem estar a gozar comigo – é que só podiam mesmo! Levantei-me do sofá e fui até eles, mirei a criança de alto a baixo. Sim ele era filho do Stephan e eu do Bryan Adams. – ele não tem nada a ver com o Stephan!
- Isso não quer dizer nada. – atirou de uma forma rude.
- Lembras-te dela pelo menos? – perguntei esperando uma resposta da parte do Stephan.
- Bem…não. – respondeu.
- Naquela noite Stephan…tu estavas no mesmo bar que eu…e tu sabes. Tu querias-me como nunca ninguém me quis. Desejavas-me de uma forma completamente surreal…
- Eu não vou ficar aqui a ouvir isto! Ai isso é que não vou! – levantei-me do sofá…a minha mala, precisava da minha mala.
- Rita… - disse o Stephan.
- Eu vou dormir a casa do Salvador! – disse encaminhando-me para a porta de casa.
- Queres que…te leve cunhada? – perguntou o Manu a medo, provavelmente com a reação do Stephan àquela pergunta.
- Sim e…chama cunhada à mãe dos teus sobrinhos que pelos vistos não serei eu, aliás já não o sou. – atirei abrindo a porta.

3 comentários:

  1. Olá

    Adorei *_* E aquele bebe não pode ser do Stephan -.-


    Beijinhos


    Catarina

    ResponderEliminar
  2. Segunda tentativa (sim, não sei o que aconteceu isto não ficou)

    ESTOU ENERVADA, CHATEADA E RAIVOSA (no primeiro não era nada disto o.O)

    Olá!!
    Opá eles são lindões juntos, são tão perfeitinhos e amam-se como ninguém! Eu amo eles, são assim tão especiais.
    OH FUCK eu odeio aquela #@$% !!!!! Mas quem é que ela pensa que é para chegar ali e começar a dizer que ah temos um filho e tu desejavas-me como ninguém? Ai eu odeio-a odeio-a e olhar só sei que vêm aí capitulos de partir o coração e levar às lágrimas.
    (Eu acho que escrevi mais no primeiro...)

    Espero os próximos minha afilhada linda!
    Beijinhos.
    Ana Patrícia.

    ResponderEliminar